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Sonho interrompido {infertilidade}

21 mar

Apesar de não abrirem mão da carreira, muitas mulheres (ainda) sonham em casar e ter filhos.

Quando encontram um bom parceiro e estão com certa estabilidade financeira, logo querem partir para a maternidade.

Mas nem sempre esse sonho é realizado, por diversas causas. Uma das mais comuns é a infertilidade.

Acredita-se que 15% da população sofra de infertilidade.

A responsabilidade é, normalmente, 40% dos homens, 40% das mulheres e 20% do casal.

Essa população pode procurar clínicas especializadas para resolver o problema, porém nem todos têm condições financeiras para arcar com as despesas.

Em especial quando sofrem com alguma doença grave.

Mulheres em quimioterapia têm entre 40% e 100% de chances de ficar infértil.

Estima-se que temos hoje oito mil mulheres com a doença, somente no Estado de São Paulo.

São cerca de 1.200 pacientes por ano que perdem a chance de ter filhos

As causas mais comuns para a infertilidade feminina são: endometriose – quando o tecido que reveste o útero aparece em áreas fora desse órgão – e razões endócrinas, como ovário policístico e aumento da prolactina, que dificulta a ovulação.

Não há uma maneira eficaz de prevenção da infertilidade.

Porém, algumas medidas podem ajudar: não fumar, já que esse hábito diminui a vida útil dos ovários; e manter o peso adequado.

O excesso ou falta de gordura interferem no processo de formação dos hormônios femininos.

O importante, então, é nunca deixar a saúde de lado.

Realize exames de rotina periodicamente e, caso perceba alterações no ciclo menstrual, procure um ginecologista.

Ele irá investigar se existe alguma doença e qual o tratamento apropriado.

Fonte: Sociedade brasileira de Ginecologia.

gravidez + gordura trans = bebês obesos

25 jan

Um novo fator pode fazer as futuras mães se preocuparem ainda mais com os alimentos que consomem.

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) sugere que grávidas que comem gordura trans tendem a ter filho obeso.

O estudo foi realizado entre janeiro de 2004 a agosto de 2007.

Para investigar o assunto, algumas ratas gestantes foram submetidas a dietas controladas, enquanto outras receberam alimentos com gordura vegetal hidrogenada, rica em ácidos graxos trans. A gordura trans é utilizada nos alimentos para aumentar o sabor e ajudar na resistência, mas também pode elevar a quantidade de colesterol ruim no organismo, sendo um fator de risco para problemas cardiovasculares.

Após a amamentação, os animais foram divididos em quatro grupos.

O primeiro contava com mães que tiveram dieta controlada e filhos que mantiveram essa alimentação até a idade adulta. O segundo também continha mães com dieta controlada, mas seus filhotes passaram a consumir gordura trans até se tornarem adultos. O terceiro grupo era formado por mães e filhos que comiam alimentos com gordura trans. E o último foi formado por mães que se alimentaram com gordura trans, mas seus filhos tiveram uma dieta controlada.

Como resultado, os filhotes das mães que ingeriram gordura trans apresentaram, no início da idade adulta, um aumento de adipocinas relacionadas à síndrome metabólica. Adipocinas são hormônios que correm pelo sangue e agem na ingestão de comida, na sensibilidade a insulina, no gasto de energia do corpo e na resposta do sistema de imunidade.

A adipocina é uma proteína com propriedade inflamatória, que pode causar resistência à insulina, o que ocasiona diabetes. Isso significa que o risco do desenvolvimento de diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares aumentou nos filhotes de mães que se alimentaram com gordura trans. Também ocorreu elevação de gordura corporal e de eficiência metabólica, ou seja, esses ratos comeram menos e tiveram maior gordura corporal.

O interessante desses resultados é que foram independentes da dieta do filho durante a vida, pois houve o mesmo efeito no grupo dos filhos de mães que receberam dieta trans e passaram a receber dieta controlada desde a lactação até a idade adulta.

O teste feito em ratos serve de alerta para as gestantes, que precisam se preocupar com aquilo que consomem.

Devem procurar uma dieta balanceada, rica em frutas e verduras, com a presença de carboidratos, proteínas e pouca gordura. Devem dar preferência à gordura mono e polinsaturada, encontradas em peixes, frutas oleaginosas e azeite de oliva.

Grávidas devem evitar frituras, fast-food, cookies, bolachas recheadas, batata-frita e salgadinhos, pois esses alimentos são ricos em ácidos graxos trans.

É importante consumir leites e derivados por causa do cálcio, que será importante na formação óssea do feto. Também é preciso consumir ferro, pois pesquisas mostram que em torno de 30% das gestantes brasileiras apresentam anemia.

O ferro é encontrado em carnes, leguminosas, feijão e verduras de cor verde.

Sua melhor absorção ocorre quando ele é consumido junto com vitamina C, como limão e laranja.

O ácido presente nessas frutas cítricas ajudam a transformar esse ferro em uma forma melhor para ser absorvido no organismo.

A dieta de uma gestante não é muito diferente da alimentação de uma pessoa adulta comum. É importante apenas que ela seja variada e fracionada. A realização de cerca de cinco refeições por dia, em menor volume, pode evitar que as futuras mães tenham náuseas e enjôos.

Uma dieta inadequada altera o metabolismo do feto que ainda está em formação e gera esse tipo de resultado.

Esse estudo serve como alerta para as gestantes optarem por dietas mais saudáveis, para não comprometerem a criança.

Fonte: Agência MB Press

Mulher bonita tem mais chance de ser mãe de menina

1 dez

 

Estava navegando portais afora e me deparei com uma notícia que julguei interssantíssima e não resisti, vim correndo contar para vocês..

Vocês sabiam que as mulheres bonitas possuem uma probabilidade maior de gerar meninas?

Um estudo divulgado hoje (notícia fresquinha!!) pelo jornal Reproductive Sciences, afirma que a beleza pode ser um fator determinante para a definição do sexo dos filhos.

Para chegar neste resultado, um pesquisador da London School of Economics analisou os dados de bebês nascidos no ano de 1958 na Inglaterra e perguntou se os mesmo já tinham filhos e quais teriam sido o sexo. Os casais considerados atraentes, tiveram tanto filhas mulheres quanto homens,

 já a maioria, consideradas menos atraentes geraram bebês do sexo masculino.

Em estudo anterior, a tese do chefe da pesquisa, o médico Satoshi Kanazawa, comprova que mulheres bonitas têm mais filhas do que as menos atraentes e que a maioria dos descendentes são mulheres.

A pesquisa atual, no entanto, foi questionada por um estatístico da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, que analisou os filhos das personalidades que figuram nas listas de pessoas mais bonitas, feitas pela revista People, entre 1995 e 2000, e concluiu que as celebridades tiveram mais filhos homens do que mulheres, incluindo Victoria Beckham e seu marido David, que têm três filhos homens..

(só um p.s: não acho a Victoria tão bonita assim; Gwyneth Paltrow, Alessandra Ambrósio,  Kate Holmes, Jéssica Alba entre outras por aí são bem  mais bonitas)

Beijos, estou preparando um artigo quentíssimo pra amanhã ***

Comer por 2 é diferente de comer para 2

25 nov

Este post fiz com muito carinho para que as minhas amigas gravidíssimas mantenham-se saudáveis e lindas durante o tempo que carregam uma outra vida!

É óbvio para todas vocês que a nutrição da mãe durante a gravidez tenha muita influência sobre o bebê não é?

Pois é, eu pergunto porque tenho uma amiga (o nome é segredo de estado!) que passou 7 dos 9 meses de gestação comendo muita pipoca. Quando a mocinha dela nasceu, perdeu muito peso pois seu leite era ralo, parecia água de arroz. Após muita bronca do pediatra, a minha amiga precisou recorrer à suplementos artificiais pra bebêzinha quando ela ainda tinha 2 meses (leite em pó enriquecido para recém-nascidos).

Nada de comer por dois . Coma bem para os dois.

 O correto é comer o suficiente para manter a mãe nutrida e o bebê abastecido de nutrientes para a sua formação.

Na verdade, é mais importante valorizar a qualidade do que a quantidade.

O ideal é que se crie o hábito de fazer de 5 a 6 refeições ao dia:

Desjejum: deve ser tomado, no máximo uma hora após acordar. Escolha frutas, cereais integrais, leite ou iogurte, queijo magro, geleia ou mel.

Lanche da manhã: faça até 3 horas após o desjejum. Pode ser um suco de frutas, um iogurte ou até mesmo uma fruta.

Almoço: é a principal refeição do dia e deve ser feita por volta das 12 horas, quando o organismo está ativo e preparado para receber uma quantidade maior de alimentos.
Escolha vegetais frescos, em saladas, sopas ou refogados. Inclua também 1 porção de cereal como arroz, milho, batata, aipim.

Outro item importante é o uso de uma leguminosa que fornece ferro e cálcio, são os feijões, lentilha, ervilha, grão de bico. Escolha uma porção de carne magra (3 x na semana), frango ou peixe (4 a 5 x semana), ovos e queijos que podem ser usados em preparações como suflês e tortas de legumes.
Não esqueça de colocar um pouco de azeite extravirgem na salada e acompanhe a refeição de um suco de frutas ou água.

Lanche: Esta é uma refeição de apoio e não deve servir para exageros ou alimentos muito ricos em gordura.
Escolha frutas, leite ou iogurte, cereais integrais como aveia, flocos de milho, biscoitos água e sal. Pode usar barrinha de cereais que são práticas e alimentam. Mas aqui é imprescindível o consumo de uma porção de laticínios (leite, queijo, iogurte, ricota) para suprir a necessidade de cálcio.

Jantar: esta refeição exige bastante cuidados porque no início da gravidez é possível que, tendo enjôo durante o dia, venha a acumular fome neste período. Já a partir do 6º mês de gravidez o que acontece é que a digestão está mais lenta, o que causa muito desconforto. Evite comer e deitar em seguida.
Qualquer imprudência cometida nesta refeição pode fazer com que sinta azia e enjôo pela manhã, formando assim um círculo vicioso.
Faça aqui uma refeição leve à base de sopas, saladas e grelhados ou até mesmo um lanche magro pode ser bastante nutritivo. Inclua vegetais e frutas.

Ceia: fazer esta refeição pode evitar muita fome pela manhã e ficar muito tempo sem comer (enjôos). Escolha uma fruta ou coloque aqui aquela porção de leite que ficou faltando durante o dia.

O ganho de peso considerado normal em uma gravidez varia de 1,0 a 1,5kg/mês.

O seu bebê nascerá saudável (>3kg) e você não estará com sobrepeso.

Em geral, durante a amamentação o corpo adquire tendência natural de voltar à forma.

Beijos***